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Uruaçu, Goiás, Brasil,14/06/2024

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Junho com frio, calor e baixa umidade

AMPLITUDE TÉRMICA MARCA CLIMA NO NORTE DE GOIÁS E EM OUTRAS REGIÕES DO PAÍS


Junho com frio, calor e baixa umidade Marciele joyce

Chegamos à metade do ano. Além disso, junho também marca a
transição do outono para o inverno, intensificando no Norte de Goiás e em
outras regiões do País uma fase de temperaturas baixas e altas, em períodos distintos
de um mesmo dia. A baixa umidade relativa do ar é outra característica dessa
época do ano.

 

Com a despedida do El Niño e a transição para uma fase
neutra no Pacífico equatorial, as temperaturas diurnas tendem a superar a
média, especialmente durante as tardes, enquanto as noites se tornam mais
frias, evidenciando a amplitude térmica característica da estação. Esse
fenômeno leva as pessoas a saírem de casa com várias camadas de roupas pela
manhã, apenas para removê-las ao longo do dia devido ao aquecimento do clima. A
ausência de chuvas também faz despencar a umidade relativa do ar.

 

É importante notar a mudança na temperatura do Oceano
Pacífico, onde o El Niño aquece as águas equatoriais, enquanto o La Niña as
resfria, influenciando significativamente o clima global devido à vasta
extensão dos oceanos e sua capacidade de absorver energia solar. Assim, mesmo
em uma região como o Norte de Goiás, distante do oceano, esses fenômenos
exercem uma influência marcante no clima local.

 

E qual é a influência do homem sobre o clima?

 

A influência do homem no clima é uma realidade cada vez mais
evidente e preocupante. A atividade humana, principalmente a queima de
combustíveis fósseis, o desmatamento e as emissões de gases de efeito estufa,
como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), estão
alterando o delicado equilíbrio climático do planeta.

 

Esses gases de efeito estufa retêm o calor na atmosfera,
aumentando a temperatura média da Terra, um fenômeno conhecido como aquecimento
global. Esse aquecimento tem consequências sérias e generalizadas, incluindo o
derretimento das calotas polares, o aumento do nível do mar, mudanças nos
padrões de precipitação e o aumento da frequência e intensidade de eventos
climáticos extremos, como tempestades, ondas de calor e secas.

 

Além das emissões de gases de efeito estufa, a atividade
humana também tem impactos diretos no clima, como o desmatamento de florestas,
que altera os padrões de precipitação e pode levar à desertificação de áreas
anteriormente férteis.

 

Os cientistas concordam que é necessário agir urgentemente
para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e limitar o aquecimento
global a níveis que ainda possam ser administrados. Isso requer uma transição
rápida para fontes de energia renovável, como solar e eólica, bem como práticas
agrícolas mais sustentáveis e medidas de conservação florestal.

 

Este mês comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de
junho). Por isso, não poderíamos deixar de falar um pouco sobre a nossa
interferência nas condições climáticas do planeta e convidar cada leitor a
fazer uma reflexão: Como estou contribuindo para o equilíbrio do nosso planeta?




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